Sábado passado rolou a terceira edição do clube do livro na Saraiva Mega Store. Ao contrário do mês passado, onde o tema foi Alice, esse mês o tema muito bem debatido foi "A mulher moderna". Como cheguei com um pouco de atraso, a roda já estava formada e os debates já tinham dado inicio. Quando cheguei, a Natália estava falando sobre a biografia da vida secreta de Marilyn Monroe, em seguida comentando sobre As queridinhas do meu marido. A reunião estava apenas começando. Logo em seguida ouvimos depoimentos pessoais, depoimentos sobre o que aconteceu com uma amiga de uma das presentes. Passando também pela mulher que escandalizou a sociedade brasileira na época da ditadura: Leila Diniz. E dessa vez, a presença masculina foi um pouco maior e bem participativa.
No auge, Carol Bandeira, uma jornalista formada por paixão e fotógrafa por profissão, começou falando sobre o seu mais importe trabalho, a arte Homoerótica. iniciando com fotografias datadas do século XVIII até chegar aos dias atuais. Essa exposição foi iniciada em 2005, procedida de palestras. No início ela chegou a pensar que sua exposição fotográfica não seria bem aceita, coisa que só veio a ocorrer, esse ano, no Campus da Lapa da Ucsal, em um evento do curso de Letras intitulado "Literatura e Transgressão", onde permaneceu por algumas horas. Pois os alunos dessa faculdade, sentiram-se ofendidos com as fotografias.
Em seguida foi dada a palavra para Francine Ramos, que usou de toda a sua intimidade ao falar sobre Clarice Lispector. Falando da mulher moderna que ela foi em sua época e no quanto ela ainda se encaixa nos dias de hoje e pela influência que algumas pessoas acreditam que ela teve da Virginia Woolf, começando assim um novo relato sobre uma das mais importantes escritoras britânicas, explicando então sobre o seu estilo do "fluxo de consicência". A maneira como a Fran ia descrevendo suas amigas de cabeceira, fez despertar em todos os presentes a vontade de ler mais sobre as escritoras. Saímos de lá admirados pela paixão, pela intimidade que a Francine tem por elas.
Fiquei com medo de me tornar repetitiva falando sobre essa reunião, que eu considero ter sido um momento ímpar.
No auge, Carol Bandeira, uma jornalista formada por paixão e fotógrafa por profissão, começou falando sobre o seu mais importe trabalho, a arte Homoerótica. iniciando com fotografias datadas do século XVIII até chegar aos dias atuais. Essa exposição foi iniciada em 2005, procedida de palestras. No início ela chegou a pensar que sua exposição fotográfica não seria bem aceita, coisa que só veio a ocorrer, esse ano, no Campus da Lapa da Ucsal, em um evento do curso de Letras intitulado "Literatura e Transgressão", onde permaneceu por algumas horas. Pois os alunos dessa faculdade, sentiram-se ofendidos com as fotografias.
Em seguida foi dada a palavra para Francine Ramos, que usou de toda a sua intimidade ao falar sobre Clarice Lispector. Falando da mulher moderna que ela foi em sua época e no quanto ela ainda se encaixa nos dias de hoje e pela influência que algumas pessoas acreditam que ela teve da Virginia Woolf, começando assim um novo relato sobre uma das mais importantes escritoras britânicas, explicando então sobre o seu estilo do "fluxo de consicência". A maneira como a Fran ia descrevendo suas amigas de cabeceira, fez despertar em todos os presentes a vontade de ler mais sobre as escritoras. Saímos de lá admirados pela paixão, pela intimidade que a Francine tem por elas.
Fiquei com medo de me tornar repetitiva falando sobre essa reunião, que eu considero ter sido um momento ímpar.