sexta-feira, 18 de julho de 2014

Saudade

Hoje a saudade me invade. Não aquela saudade triste, mas sim aquela do tempo que tudo era simples. A conversa fluía com sensatez, não existia o lance da desconfiança e nem do achismo. Era tudo direto, sem rodeios. O dia-a-dia seguia sem tropeços. Uma pena que alguns pontos ao invés de evoluir parecem retroceder e a desconfiança passa a falar mais alto, devido a pequenas falhas cometidas. Daí um pé passa a ficar sempre atras, um olho aberto e outro fechado... é chato quando chega a esse nível. E o esforço para mudar o quadro parece ser em vão. O que fazer então? Desistir? Continuar tentando?

Mas quero continuar o tempo do saudosismo, onde o que importa é viver o dia de hoje, sem ligar para o que possa acontecer amanhã.

Aqui, provavelmente vai chover.