terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Adeus 2010

Simbolicamente eu posso me despedir de 2010 no momento que eu quiser. E escolho que seja agora, durante uma TPM, onde o meu lado cavalo está indomável, onde o meu humor fica passeando entre os altos e baixos. Onde o sentimento grita dentro de mim e a cautela me faz sufocar o grito. 

Dãã.. quanta filosofia barata.
Esse foi ano mais estranho que tive. No trabalho só me dei mal. Mas nos amigos que conheci só tenho a agradecer. Um ano de leitura e de compras de livros. O ano que pensei em desistir de certos atos. Mas que acabei voltando atrás em duas ocasiões distintas. E quer saber? Não vou correr atrás de nada mais. As coisas que corram atrás de mim. Que venham as realizações. São apenas essas coisas que quero para mim: REALIZAÇÕES.

FELIZ 2011

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Diga 33



Bom queria escrever palavras belas, dizer que meu ano foi sem sal, ou sensacional. Tinha até feito, hoje logo que acordei, um rascunho do que escrever. 2010 foi, pra mim, um ano que poderia ter passado em branco, entretanto foi preenchido por momentos de grandes alegrias e um momento unicamente triste. Tive alguns reconhecimentos internos também.

A parte que mais está viva em minha mente, continua sendo a perda do meu Negão. Não há um dia que acorde e não sinta a falta dele ao meu lado, miando, tirando aquele cochilo. Vai ficar uma saudade do companheiro em forma felina que tive e que agora fica o vazio. Até Xuxu sente a falta dele..

Em contrapartida, ganhei uma serenata linda, com direito a voz e violão e com música de encerramento do Amado Batista (tá, ainda não acredito nessa façanha.. ).

Um ano onde tive um encontro mais profundo com a leitura e com pessoas que amam ler. (Outro parenteses: e eu que achava que toda pessoa amante de boa leitura fossem todas chatas.. nossa.. quanto engano, são pessoas maravilhosas e que sabem se divertir).

Um ano onde não parei de falar com ninguém.

Um ano onde aumentei o meu poder de conquistar mais conheci novas amizades, todas elas conhecidas através do twitter.

Um ano onde uma amizade foi refeita, depois de quase 10 anos.

Um ano onde trabalhei em lugares legais, que porém não deram certo.

Um ano onde pessoas mesquinhas me mostraram o quanto cresci: não briguei com elas, pelo contrário, sinto pena da pobreza de espirito de cada uma, que Deus olhe muito por elas.

Um ano onde estive mais ligada à família.

Um ano sem ir a shows de rock, ou melhor, nenhum showzinho, saudades da galera do rock.

Um ano regado a temakis, sushis, sashimis.

Um ano que emagreci quase 07 quilos, sem regime, sem exercícios, apenas desencanei..

Um ano onde pratiquei a surpresa e que tive a resposta que me deixou deveras emocionada.

E acho que não é pedir demais um novo ano onde eu possa, finalmente, realizar todos os meus planejamentos de vida. Ou a parte mais importante para mim.

Ainda sonho com o toque, o beijo, o afago..


Adeus ciclo 33


sábado, 20 de novembro de 2010

Livros



Cada dia que passa aumenta minha paixão por livros. Só essa semana consegui comprar o livro que tanto queria: "O que Keith Richards faria em seu lugar?" e mesmo antes de comprar, ficava pesquisando os preços até descobrir que o próprio Keith acabara de lançar uma autobiografia. Resultado, não resisti e comprei também. (o livro parece uma Bíblia, tô babando por ele) Sim, me apaixonei pelo Keith, o senhor de vida desregrada que me deixou fascinada no pouco que li no primeiro livro citado. Minhas mãos estão coçando para começar a ler esses livros, porém tenho que concluir minha meta de leitura desse ano. Se eu conseguir, quem sabe?

Hoje também recebi a Coleção Itaú de Livros Infantis. Quando efetuei o cadastro no site, a primeira coisa que me passou na cabeça foi de visitar creches ou entidades infantis. Os livros já chegaram, agora só falta um planejamento de como realizar isso. Incentivar a leitura faz bem.


terça-feira, 19 de outubro de 2010

Insônia, aqui me tens de regresso



É iniciar o verão nivel 3, ou como queiram chamar a Primavera, que o calor se faz presente e com o calor se fazendo presente, vem junto a insônia. Não tava sentindo a menor falta dela, tava tão bom dormir gostoso, embaixo do edredon (sim.. fiquei até setembro dormindo assim..) e agora vem o desconforto.. se pelo menos aqui no litoral fosse um calor tranquilo, com muitos ventos. Tá bem, estou sendo exagerada, de noite a fresquinha tá gostosa (entretanto me incomoda na hora de tentar dormir e não conseguir). hoje foi o primeiro dia de não dormida. No trabalho me senti a Zumbi, melhor, quase a versão feminina do baiano que caiu da espaçonave em Paracatu... aiii chega.. vou parar de escrever e me jogar na cama pra tentar dormir.. queria contar as novidades mas é que estou tão cansada e se tiver saco, eu volto e deixo aqui registrada.


nheeeee

#SãoPedrobipolar

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Cap. distante - Um dia isso vira realidade

Como não sou uma pedra, eu vivo a vida a sonhar, já que pra sonhar ainda não pago imposto. Até o ano passado pensei em escrever um livro, mas não consegui colocar as idéias em ordem, o máximo que consegui foram apenas alguns trechos do que imagino como seja o encontro... e eis aqui um desses trechos:



" Eis que chega o tão sonhado momento. Ela sempre o imaginou vil e sensato, a pele macia, cheiro de macho. Os olhares se cruzam, ela carrega um brilho no olhar e começa a lembrar de e-mails trocados. "O que vou fazer primeiro quando te encontrar?" era uma das perguntas dele. E naquele momento, ele apenas sorriu, enquanto ela decifrava o que os olhos dele transmitiam. Então se tocaram, a pele começou a arrepiar e o coração a acelerar. Estavam entrando em sintonia. O tempo parecia ter parado. Depois do toque, o gosto, o afago e toda a volúpia da paixão. Dois corpos que entrelaçados parecia apenas um. Amaram-se. Enfim o tão sonhado encontro tornara-se real. Começava ali uma nova lembrança."




domingo, 29 de agosto de 2010

Clube do Livro - 6ª edição




Mais uma vez cheguei atrasada e o Rodrigo Lessa já estava sentadinho, falando sobre séries, e a modinha do momento: vampiros, em destaque True Blood. Durante o seu foco nesse tema, foram debatidos sobre assuntos da fidelidade dos livros que são transformados nas séries e nos livros:a caracterização do personagem, a linha da história que muitas vezes são deturpadas. o melhor veio depois com a fantástica apresentação do namorado da Tâmara Sleyne [que me presenteou com cupcakes: um viva para ela \o/], Dani Pellegrini [intimidade é uma coisa fora de série], o Daniel Pelegrini. A apresentação mostrando os livros mencionados na série e os vídeos ou fotos sobre Lost me surpreendeu [e eu que sempre fui avessa a Lost, fiquei com uma vontadezinha de assistir depois disso].

Como algo inovador, rolou um Quiz para premiar e divertir a todos. Os vencedores levaram um combo e o outro grupo uma camisa. Eu fiquei no grupo que ganhou a camisa.. rs. E como não podia faltar rolou o sorteio de livros.. tem cinco edições que frequento e já ganhei cinco livros em sorteios. Sorte é para os fracos.



Essa edição entrou para as melhores, juntamente com a edição sobre Mulher Moderna. E batemos o record de participantes, faltou cadeira para quem quis participar.


P.S. Não tenho mais intimidade com o Daniel, não quero perder meus cupcakes, vejam o motivo nos comentários.

P.S.² Cartaz by Iaina

P.S.³ Por motivos de saúde a Cristal não pode falar sobre Orgulho e Preconceito, mas no deixou uma postagem em seu blog.


domingo, 22 de agosto de 2010

Meus vícios



Quando pequena eu já cultivava pequenos vícios: passar o dedo na margarina, vitamina de abacate, bater figurinhas, sair correndo do colégio para assistir he-man, megamania, atari, estudar ouvindo música, estudar com livros espalhados pelo chão, Menudos, baleado, beber café em frente a janela em copo de canudo, colecionar papéis de carta. À medida que entrava na adolescência novos vícios foram adquiridos: escrever cartas, New Kids On the Block, vinil, frequentar locadora, patinar, escrever em diários, colecionar amores impossíveis e um amor platônico, escrever poemas em cadernos, super Mário, supernintendo, praia, piscina, ensaios no clube Espanhol, carnaval, cheiro de amor, estudar física pelo telefone, Caetano Veloso. Contudo o tempo vai passando e os vícios vão se transformando: the planet, gatos, tintas de cabelo, unhas bem feitas, esmaltes, chocolates, livros, cds, praia, academia, dominó, faculdade, momento em branco [em processo final de esquecimento]

Hoje em dia, consigo controlar meus vícios e afirmo que cultivo bons hobbies: apreciar um bom café, uma boa Seleta, conversar com meu Delícia, acariciar meu gato, ler bons livros e o twitter.



domingo, 15 de agosto de 2010

Uma pausa para o descanso



Depois de uma maratona entre LuluzinhaCampBa, almoço dia dos pais em Boca de Galinha, aniversário de prima-cunhada, aniversário de sobrinho, aniversário de Paty [esse último com direito a risadas e a ter meu pé molhado por cerveja], fenômenos sobrenaturais e uma sexta-feira 13, eu merecia um descanso no final de semana em casa e com os celulares devidamente descarregados. E foi assim que passei minha tarde de sábado, tomando cuidado para a coluna não travar, já que ela é meio problemática. Saindo muito, dormindo e descansando pouco.

Aproveitei para tentar avançar na leitura do livro "A menina que roubava livros", jogar um pouco do mafia wars, ler o que anda acontecendo na net. Sem conexões com msn, entretanto antenada no twitter.

E hoje espero continuar assim, recarregando as baterias


domingo, 8 de agosto de 2010

FDS intenso

Meu final de semana foi intenso, mal dormi e saí muito. sabado rolou o LuluzinhaCampBA 2ª edição. Dessa vez não tive o pensamento que tive no ano passado de não querer ir encontrar pessoas que eu não conhecia. Até porque esse ano, eu conhecia quase todas, graças também aos encontros mensais do Clube do Livro. Começamos com a apresentação de cada lulu, tínhamos que descrever quais os interesses e o que poderíamos ensinar. Após as apresentações também teve oficinas de sustentabilidade com a @ticianafig e dicas de maquiagem da Mary Key com Clarisa e Kika. E claro, uma oficina extra de gastronomia, com Mabia, Jenniffer e a pessoa que vos escreve. Ainda peguei taboca do Geo Araújo, que passou por lá a caminho do apê. Após o lulu, rolou uma essssssticadinha lá em Cira, no Rio Vermelho, onde comi mais um pouco: acarajé. Sei que cheguei em casa apenas para dormir.


Hoje foi dia de acordar e sair pra almoçar fora com meu irmão. Fui pra Plataforma, comer em Boca de Galinha. Pensa em uma comida gostosa.. nuss. Comer olhando a baía de todos os santos: não tem preço. Cheguei em casa por volta das 16h e depois saí novamente pra comprar um sapato e um presente pro meu papai.. rs


Quer saber?? cansei de escrever, ficou faltando relatar vários pontos aqui sobre o dia de ontem e o de hoje, mas agora vou dormir e ..

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Repúdio ao Correio*


Há muito tempo que não existe mais a imparcialidade jornalistica para eventos esportivos baianos. Tanto os narradores de rádio, quanto os televisivos, e jornais de grandes circulação demonstram claramente em seus textos, comentários e opinões ao favoristismo tricolor. Nada contra o EC Bahia. Mas sou um ovelha rubro-negra em minha casa. E não me arrependo disso. Sei das piadas e brincadeiras que existem entre rubro-negros e tricolores. Até um certo ponto é uma brincadeira sadia, mas o que o Correio fez foi uma falta de respeito a todos os torcedores do Vitoria. Sempre ouvi que torcedor do Vitoria não ia em estadio, não dava renda ao time, coisa que admiro no EC Bahia, a fidelidade dos torcedores. Entretanto nos últimos anos, estamos em ascensão, mostrando um bom futebol e mereciamos sim o reconhecimento e o respeito de todos. Os torcedores lotando o estádio, prestigiando o time, mas mesmo assim o Correio fez questão de fazer uma brincadeira infame. Continuem assim, vocês nem são o primeiro jornal em vendagem da Bahia.

P.S. Só fiquei sabendo da Capa através do Papo de Boteco, só quis deixar aqui também o meu amor e defender o meu Time. Segue o link do ótimo texto do Leandro: http://papodebuteco.net/

domingo, 1 de agosto de 2010

Clube do livro - 5ª Edição


Não vou mentir, esse era um assunto que tinha muito o que ser dito e debatido, porém o local e o horário curto não contribuiram para que isso acontecesse.

O tema foi o Dois de Julho: autores baianos. A Miriam de Sales Oliveira inicou falando sobre Jorge Amado e o livro Quincas Berro d'Água. E também do seu livro A Bahia de outrora, onde ela cita casos e figuras folclóricas de Salvador. Em seguida foi a vez da Tattie Chaverot falar sobre o livro de um escritor baiano, sobre brasileiros. Finalizando com a Jenifer e Priscila, idealizadoras do Poesia Baiana, um projeto de faculdade criado para que os poetas de Savaldor pudessem se conhecer e divulgar seus trabalhos.

Muita coisa ainda ficou por ser dita, pois quase fomos expulsos do local, pois às 19h iria ter um coquetel de um lançamento de livro, ao qual não estavamos convidados. Ontem teve novas pessoas ao encontro e quem habitualmente vai, como a Paty Silva não foi. E o encontro terminou com seu habitual sorteio de livros e fotos.

Pontos Negativos:

O encontro ocorreu na Saraiva do Salvador Shopping. Particularmente não gostei do local, para estacionar foi horrivel, pois o shopping vive lotado. O acesso para o espaço era ruim, pois tínhamos que passar por entre as mesas da lanchonete , coisa que não ocorre na Megaestore do Iguatemi. Sem contar com o horário reduzido.


domingo, 25 de julho de 2010

Novo dia


Porque a vida é um círculo vicioso. Quando não estamos satisfeitos com alguma coisa, buscamos sempre melhorar. E quando a busca por melhoria não é o suficiente, é necessária a mudança. E comigo não foi diferente. Amanhã inicio um novo trabalho, sinto-me feliz por isso. Entretanto estou com um pouco de medo, pois juntamente com a mudança vem a responsabilidade. Quero sempre dar o melhor de mim [no bom sentido, claro] e espero que dessa vez eu fique e não me aborreça. O legal foi ouvir a conversa de meu tio com o meu pai: "E essa ai, ainda continua a toa? [eu sou a "essa ai"] e meu pai respondeu: "diz ela que conseguiu um trabalho bom, começa amanhã". São de pessoas assim que preciso sempre do meu lado, para poder enxergar o lado bom de vencer e provar a todos que eu posso.

domingo, 18 de julho de 2010

Emagrecer..



Bom, estava pensando no que escrever hoje. Se escreveria sobre como cresci ouvindo que o Brasil era o país do futuro, sobre violência, sobre gatos, minha paixão, meu trabalho? Enfim, algo que pudesse desabafar. Até que lendo o blog da Tâmara, surgiu a idéia de também escrever sobre o mesmo tema que ela escreveu: o dilema em emagrecer. Para isso pedi a permissão dela para não parecer que roubei a idéia dela. Com a permissão concedida, vamos lá.

Ouço algumas pessoas falarem para mim que não sou essa gorda toda que penso ser, que tenho o corpo perfeito (tá, perfeito é exagero..) e outros blábláblás. Acontece que estou gorda para o que eu era antes. As medidas das roupas que eu usava (tam 38, no máximo 40) para o que estou vestindo hoje (que prefiro nem citar). Ainda guardo em meu guarda-roupa minhas saias, calças, camisetas, tops de quando eu pesava singelos 50kg. Engordei 15kg. E desde então não consegui mais voltar ao meu peso antigo. Fui em vários médicos pesquisar o que tinha ocorrido comigo. E só fui descobrir na ginecologista, já que todos exames apresentavam normalidade. Fui pra minha médica, porque pensava ser algum problema com o anticoncepcional que eu tomava, mas não era isso. Meu caso era psicológico: a ansiedade. Mesmo na época sendo uma rata de academia, tudo que eu comia, meu organismo transformava em gordura. E por que isso aconteceu? Simples: eu não aceitava a doença da minha mãe. O médico dela falava que ela estava com o mal de alzeheimer. E que doença era essa que nunca tinha ouvido falar: a perda da memória e em algum momento o cerébro ia parar de funcionar e ai.. bom não gosto de falar sobre isso. E foi por causa dessa conclusão da doença que eu não queria aceitar. Queria a minha mãe sadia e pronto.

E desde então estou na batalha, há mais ou menos 9 anos. Já aceitei a doença dela e larguei a academia por falta de tempo, pois não tive como associar faculdade, estágio e tempo para estudar. E tudo o que mais acontece comigo é o efeito sanfona, emagrecendo e engordando, sem conseguir manter o peso. Fui parar no endocrinologista e ele receitou a sibutramina associada com um outro medicamento. Seguia à risca a medicação com o planejamento alimentar. Abdiquei da bebida, do acarajé, pizza, camarão. Consegui emagrecer! Nossa que vitória, mas foi só ter a medicação suspensa que tudo voltou a ficar descontrolado, até que não queria ficar dependente disso e parei de vez em tomar remédio para emagrecer.

Anos se passaram e o que consegui foi emagrecer 3kg. Depois voltei a engordar o peso perdido porque fiquei desempregada e nem saia de casa. Logo não tinha como queimar as temidas calorias. Tentei no ano passado, por um mês, manter a disciplina em pedalar, estava conseguindo manter o ritmo, mas as entrevistas para um novo trabalho, fizeram-me parar. Eis que voltei a trabalhar e a andar. Deixando o carro longe de onde trabalho e andando por 10 minutos. E já voltei a perder novamente os 3kg e com a alimentação saudável no Shopping Center vou conseguir aos poucos me reeducar. Sim, eu não almoço em fast food. Como saladas, balanceando proteínas e carboidratos e bebendo um suco da fruta.

Quanto ao exercício, como estou me readaptando a rotina de trabalho, pretendo em breve me matricular em uma aula de dança, já que não possuo o mesmo ritmo de 10 anos atrás.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Toalha de bunda

Há mais de uma semana tento atualizar isso aqui, mas como tava meio tristinha por algumas coisas.. não conseguia a inspiração necessária.. mas hoje tive algumas boas notícias e também consegui rir de verdade. Mesmo tendo um pouco de humor negro, devido a prisão do Bruno na data de hoje [trocadilho infame]. E lendo as diversas piadinhas que rolaram no twitter.. me lembrei de uma coisa que aconteceu há alguns anos atrás..
Não sei pq hj lembrei de qdo um ex, que vivia muito aqui em casa, ao lavar o rosto se enxugou com a toalha de bunda do meu pai..#rimuito

Não tive como guardar só pra mim, um fato verídico como esse, eu ri no momento da cena e só contei que era uma toalha de bunda depois do rosto já seco.. (6)


Fora a sessão retrô com Elaine.. onde também lembrei de momentos onde eu fui realmente feliz, sem me importar com o que pensariam de mim e essas coisas que povoam a minha mente. Ahh o primeiro amor.. mas isso não é hora de explanar esse assunto..

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Menino












Obrigada por todos os momentos de alegrias, de companheirismo. Das massagens na minha barriga, pelos cochilos de tarde. Por ter estudado comigo quando tinha prova no colégio. Ter acompanhado todos os bons e maus momentos que passei. Das brincadeiras de picula pela casa. Das poses quando era fotografado.Você era apenas um gato. O primeiro de todos. Nos momentos de tristeza, estava sempre ao meu lado. Me protegia sempre a maneira dele. Reclamava na hora da fome, gostava de brincar e proteger os filhos. Vou sentir sua falta. Sua luta em querer estar vivo. Jamais esquecerei de você.






quinta-feira, 24 de junho de 2010

Brava?

Porque tudo parece ser igual, normal, diferente e anormal. É sempre ter paciência com todos, menos comigo. É fingir que está tudo legal sabendo que não está. É esperar por notícias que não chegam. Ler um livro que demora pra acabar, não mais sentir a poesia da vida brotar em mim. É me sentir um nada e me sentir confusa. Querer sentir adrenalina no corpo e sentir essa adrenalina extrapolar quase sendo amassada por uma Hilux, ter um pneu de carro esfaqueado por uma louca e ainda um ser sentado no olho bater no carro em pleno engarrafamento matinal a caminho do trabalho.

Finalmente um pouco de paz e sossego e saborear um copo de licor de cajá. Não quero mais sentir essa TPM que me mata a cada segundo.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Angústia


Porque é esse um sentimento que está correndo atrás de mim, mesmo eu desprezando, ignorando. Não quero sentir isso, quero apenas seguir feliz, conversar, trabalhar..

terça-feira, 8 de junho de 2010

A morte do amor.

A primeira vez que ouvi esse texto, eu chorei até soluçar, algo me incomodava ao ouvir aquelas palavras. Hoje eu me dou conta de que é necessário o velho ir embora para o novo entrar e bastou eu me permitir para que isso acontecesse. Hoje ouvi novamente esse texto, com o sorriso nos lábios:

"Todos os dias morre um amor.
Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. Morre em uma cama de motel ou em frente à televisão de domingo. Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios. Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos, e-mail que deixamos de mandar ou responder.... Morre da mais completa e letal inanição.

"Todos os dias morre um amor. Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todos os dias morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria que na prática, re-lutemos em admitir porque nada é mais dolorido do que a constatação de um fracasso. De saber que, mais uma vez, um amor morreu. Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa.

"E esta é a lição: amores morrem. Com o tédio, a indiferença, traição ... A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio insuportável depois de uma discussão: todo crime deixa evidências. Todos nós fomos assassinos ou assassinados um dia. Há aqueles que, como o Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias. Ou preferem se esconder de baixo da cama, ao lado do bicho papão. Outros confessam sua culpa ou sua inocência em altos brados e fazem de pinico os ouvidos alheios. Há aqueles que negam, veementemente, participação no crime e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso.

"Os mais periculosos aproveitam sua experiência de criminosos ou vítimas para escrever livros de auto-ajuda, com nomes paradoxais como "O Amor Inteligente" ou romances açucarados de banca de jornal, do tipo "A Paixão Tem Olhos Azuis", difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações cicatrizados.

"Existem os amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos. Existem os amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram. São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir à base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão. Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias, um amor eterno que nunca acabou porque também não aconteceu. Mas não arrisco a classificar isso como amor (Bah, isso não é amor. Amor vivido só do pescoço pra cima não é amor).

"Existem, por fim, os AMORES-FÊNIX. Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, dos preconceitos da sociedade, das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da mesa-redonda no final de domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro, das toalhas molhadas sobre a cama e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram: teimosos, belos, cegos e intensos... Mas estes são raríssimos e há quem duvide de sua existência. Alguns os chamam de amores-unicórnio, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido, a não ser como lendas."

domingo, 6 de junho de 2010

Algumas considerações

Pois bem, conforme falei no inicio do mês de Maio que ia me ausentar por motivos profissionais, nem precisei demorar muito, consegui um trabalho e estou no período de experiência. Tô torcendo muito para que dê certo. Eu estava mesmo sentindo que Maio era um ínicio de nova temporada em minha vida, mas como nem tudo é perfeito, sempre sou acometida por momentos de estresses extremos e/ou fico de mãos atadas quando me sinto na vontade de ajudar a quem gosto. Essas duas últimas semanas foram difíceis, mas eu superei. Isso que importa. Até mesmo meu gato que semana retrassada estava quase morto, hoje está andando pela casa novamente, comendo sozinho.


Tudo é superação, as forças se renovam quando buscamos a ajuda de dentro. E fica mais fácil de lutar para a próxima batalha. E essa semana sinto que será dureza novamente. Não sei se aguentarei ficar calada por muito tempo. Determinação e coragem sempre.

Sabe, às vezes não sinto apreço a algumas pessoas que só sabem elogiar. Não me sinto bem com isso. Acho que é sempre uma mentira. Entretanto, alimento um amor dentro de mim que me faz sentir um pouco humana em relação a tudo isso, mesmo sabendo que no momento parace ser dificil por uma distância fisica. E sentir que sou humana me faz encarar a vida de uma forma em que alguns detalhes podem ser importantes ou despreziveis.

E como ouvi na musica de Jorge Vercilo, adaptada para mim: "Ele só precisa existir para me completar". Pode não ser tudo mas é o suficiente para mim.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Clube do livro

Sábado passado rolou a terceira edição do clube do livro na Saraiva Mega Store. Ao contrário do mês passado, onde o tema foi Alice, esse mês o tema muito bem debatido foi "A mulher moderna". Como cheguei com um pouco de atraso, a roda já estava formada e os debates já tinham dado inicio. Quando cheguei, a Natália estava falando sobre a biografia da vida secreta de Marilyn Monroe, em seguida comentando sobre As queridinhas do meu marido. A reunião estava apenas começando. Logo em seguida ouvimos depoimentos pessoais, depoimentos sobre o que aconteceu com uma amiga de uma das presentes. Passando também pela mulher que escandalizou a sociedade brasileira na época da ditadura: Leila Diniz. E dessa vez, a presença masculina foi um pouco maior e bem participativa.

No auge, Carol Bandeira, uma jornalista formada por paixão e fotógrafa por profissão, começou falando sobre o seu mais importe trabalho, a arte Homoerótica. iniciando com fotografias datadas do século XVIII até chegar aos dias atuais. Essa exposição foi iniciada em 2005, procedida de palestras. No início ela chegou a pensar que sua exposição fotográfica não seria bem aceita, coisa que só veio a ocorrer, esse ano, no Campus da Lapa da Ucsal, em um evento do curso de Letras intitulado "Literatura e Transgressão", onde permaneceu por algumas horas. Pois os alunos dessa faculdade, sentiram-se ofendidos com as fotografias.

Em seguida foi dada a palavra para Francine Ramos, que usou de toda a sua intimidade ao falar sobre Clarice Lispector. Falando da mulher moderna que ela foi em sua época e no quanto ela ainda se encaixa nos dias de hoje e pela influência que algumas pessoas acreditam que ela teve da Virginia Woolf, começando assim um novo relato sobre uma das mais importantes escritoras britânicas, explicando então sobre o seu estilo do "fluxo de consicência". A maneira como a Fran ia descrevendo suas amigas de cabeceira, fez despertar em todos os presentes a vontade de ler mais sobre as escritoras. Saímos de lá admirados pela paixão, pela intimidade que a Francine tem por elas.


Fiquei com medo de me tornar repetitiva falando sobre essa reunião, que eu considero ter sido um momento ímpar.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

nada dá certo

Sim, nada ta dando certo e sinto um cansaço enorme e nauseabundo. Depois volto com mais calma para relato dos fatos.

o bom é saber que continuo viva.. e nada de grave me aconteceu.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Pro dia nascer feliz


Pra mim só teria um motivo para o dia nascer feliz sempre: ter ele* aqui do meu lado.

















*ele => O delícia por quem tanto sonho e sinto desejo.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Feliz 2010



Sim, para mim o ano começa agora em maio. Xô urucubaca, xô olho gordo, vá de retro Udi. Já me sinto leve, animada, 2kg mais magra. Tô com uns projetos aí encaminhados. Mas claro que sempre ocorre uma exceção e aparece um abençoado para testar o limite da minha paciência. E isso aconteceu hoje, no trânsito. Esses homens metidos a machinhos que gostam de dar fechada quando percebem que existe uma mulher no volante. Tô eu dando sinal que ia pegar o retorno e o machinho lá, me cortando, dando fechada e abrindo o vidro da janela pra me xingar depois de jogar o carro dele de encontro ao meu. Virei machinho também e joguei o meu carro no dele, ele acabou desviando e no momento que ele tava lá abrindo a janela dele, ele só viu meu dedo, pois eu já tava seguindo meu caminho enquanto ele ficou lá parado. Não como desaforo no trânsito com esse machismo desmedido. Tá, sei que não devia ter procurado briga, mas é que o sangue subiu pra cabeça. Nada como gritar sozinha no carro pra relaxar depois.

Mas voltando ao feliz 2010, meu ano começa agora, e nunca é tarde para recomeçar. Feliz por demais e agora quero o céu. Viajar, viajar e viajar.


P.S. pra quem se perguntou, que diabos era Udi, é O Diabo mesmo.. rs

domingo, 2 de maio de 2010

Momento de ausência




Tá certo que não sou o Bonner, que se afastou da net para cuidar da saúde, mas terei que abandonar também um pouco a net para cuidar da minha vida profissional. [tá, se ache importante, até parece que alguém vai sentir minha falta]. Pretendo voltar o mais rápido possível e em definitivo. E claro que irei aparecer em raros momentos. Abandonar esse vício da internet é um pouco difícil, sei disso, todavia eu vou consseguir. Assim como espero, conseguir curar um outro vício enlouquecedor e que tenho que alimentar uma certa indiferença. Agora mais do que nunca.


Não quero fazer desse post uma despedida, mas um até logo. Será momentâneo e necessário. Sei que perderei vários causos na estratosfera do twitter, mas faz parte.


Até um dia desses.



P.S. Se alguém sentir minha falta, digam que ganhei na mega sena acumulada e que viajei pro polo norte. #SonhaMá




sábado, 1 de maio de 2010

De volta ao passado

Dizem por ai que mente vazia é morada do diabo, a minha já passou de oficina e virou montadora. E para não enlouquecer com tantos absurdos que se passa na minha oca cabecinha, de vez em quando me vejo visitando lembranças da minha adolescência. E uma dessas lembranças se deu essa semana, quando comecei a cantarolar "vai começar, vai começar.. e rala o pinto". Voltei pro colégio, quando a minha sala fazia greve e então todos começaram a cantar essa música, enquanto que a professora em outra sala se perguntava "rala o que?" Bons tempos. Melhor ainda foi quando misturei dois perfumes da Avon, coloquei em um vidrinho e joguei no tablado da sala. Nem o professor aguentou dar aula, falou que algum esgoto tinha vazado do lado de fora. E olha que sempre fui quieta, nunca fui de aprontar no colégio e trazer reclamações pra casa.. rs

Tempo bom que eu era feliz, era seca e coxuda de natureza e tinha tempo pra patinar, malhar.... Bom chega de falar do passado que pensar nesse tempo tá me deixando com uma certa nostalgia.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Eu sou..


Hoje vou me render a uma brincadeira que recebi por email, um texto da Martha Medeiros, fazendo uma lista. E pelo que soube, acabou virando mania em alguns blogs. Mas acredito que quem começou mesmo essa brincadeira foi o saudoso Raul Seixas ao escrever Gita.


“Você não está fazendo nada agora? Eu idem. Vamos listar quem a gente é: você daí e eu daqui…. ”
"(...) Sou mais cama que mesa, mais dia que noite, mais flor que fruta, mais salgado que doce, mais música que silêncio, mais pizza que banquete, mais champanhe que caipirinha. Sou esmalte fraquinho. Sou cara lavada. Sou Gisele. Sou delírio. Sou eu mesma. Agora é sua vez."
(Martha Medeiros)



Eu sou inverno e a doce brisa maritima. O mar que quebra nas pedras. Sou o por do sol na ponta de Humaitá. Sou estrelas no céu. Sou nuvens nas mais diversas formas, que se quer tocar, porém não consegue. Sou a preguiça muda em dia de domingo, a insônia que de vez em quando incomoda meu sono. Sou o doce sabor do brigadeiro. O amargo do abacate. A acidez da laranja. O som da chuva que bate na janela. Sou o camarão em todos os preparos e com todos os molhos. A pimenta que enfatiza o sabor do acarajé e a coca-cola gelada para acompanhar. Já pulei carnaval. Já fui um passado tenebroso ouvindo axé, hoje sou atitude ouvindo meu rock, meu mpb. Idolatro Caetano, Gil, Chico. Amo Waldick e Reginaldo. Eu sou Raul. Venero Paulo Zulu, mas na verdade eu sonho com um cabeludo. Solidão. Sou impulso. Sou ouvidos. sou amiga e tenho amigos. Sou ciúmes, embora não sinta isso pelo passado de alguém. Hoje eu tenho uma galera. Sou manjericão. Sou tomate seco. Sou lazanha, macarronada. Cachorro quente. Pastel de queijo. A pizza de quatro queijos. Gatos que brincam e ronrronam. Sou o silêncio e a calmaria. Sou a paixão pela velocidade. O desejo de pular de bungee jump ou de para-quedas. Já fui academia, hoje sou gostosa. Sou Rita Lee. Mutantes. Velvet Underground. Sou cinema. Aventura, ação e romance. Sou Clube da luta. Nos tempos da brilhantina e Curtindo a viada adoidado. Sou tv, novelas e CQC. Sou simpsons e caverna do dragão. Sou livros. O Poderoso Chefão. O pequeno príncipe. As travessuras da menina má. Sou emoção, sou paixão. Também sou Má. Sou a briga e a cobrança quando necessário. O caramujo que vive dentro de casa. O som da cachoeira. A água gelada no dia de calor. Sou vinho suave, sou Seleta, sou conhaque com mel e limão. Internet. Chocolates. Vulcão. A líbido. O beijo na ponta da orelha, a mordida do pescoço. sou o medo, a ansiedade. O pavor por baratas e nesse caso eu sou um grito. Poemas de Vinicius de Moraes. O caranguejo, a lambreta, enfim uma mariscada. Sou baiana, sou Vitória, a ovelha rubro-negra da casa. Já fui romantica, hoje sou realista. Sou roupa preta. Esmalte vermelho. Sou a loba. Sou sagitariana. Respiro aventuras e adrenalina. A doutrina espírita. A intuição. Sou a minha imagem refletida no espelho. Sou a minha Rotina. Assim eu sou.

domingo, 11 de abril de 2010

Em off

Estou entrando na terceira semana sem internet. E isso é muito deprimente. Cada vez mais sinto que tenho que tomar uma decisão. E estou pronta para isso.

Carpe omnius.


Volto quando puder. E garanto que conexão discada é tudo de ruim, mas em alguns momentos é a salvação.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Liberdade

No início parece que perde-se o chão. As amigas distantes, cada uma seguindo sua vida: namorando, casando e eu estou só. Aos poucos vou me readaptando a tudo que deixei para trás. Admito que voltar a paquerar foi a parte mais difícil. Fui descobrindo novos amigos, comecei a frequentar novos ares. E com tudo isso fui provando a mim mesma que essa nova vida me fazia feliz, eu sabia conquistar.

Assim continuo vivendo até hoje a minha liberdade: sem satisfações, sem neuras, sem brigas. Feliz comigo mesma. saindo quando quero, com quero e para onde quero. Ahh e não passo vontades e nem acumulo mais aqueles nhens-nhens-nhens de: "você tá gorda", "emagreça", "se continuar engordando assim nem ando mais de mãos dadas pela rua". Acabou a fase de idiota. E agora há quem me ache gostosona.


04 anos de liberdade, é assim como me sinto e buscando a cada dia descobrir novas formas de felicidade. E mais tarde ainda brindarei mais a vida e brindarei mais a Liberdade!

quinta-feira, 25 de março de 2010

Minha agressividade

É, passou quase um mês e ainda estou triste pela briga. Esse foi um dos fortes motivos que me levaram a uma depressão silenciosa. Já que ao meu redor não foi percebido que se passava comigo. Sem vontade de sair, de me alegrar, de conversar com ninguém, consegui me esconder dentro do buraco da minha solidão. Mas ainda não consegui achar uma saída, só vejo atalhos. Pelo menos consigo me desapegar de algumas pessoas que me levam ao um contato indireto. Seguir sempre em frente. Ainda não acredito em ninguém e está difícil ainda de acreditar. Eu sei no quanto sou verdadeira, quando falo dos meus sentimentos. Jogo-me na conquista, falo, sonho... mas parece não ser suficiente.

Eu briguei, fui bruta. Falei coisas que não devia falar e em consequência disso, também ouvi. Pelo menos tenho minha consciência tranquila de que não traí ninguém a quem jurei fidelidade, nem mesmo quando se tinha uma criança no ventre. Apenas me vinguei. E isso me faz ver a fogueira que pulei, porque se ainda tivesse lá, estaria sendo traída, enganada e iludida com a pouca migalha de ouvir em troca um "te amo". Pelo menos a corna da história não serei mais eu, o lugar foi muito bem ocupado.

E a vida segue em frente..

segunda-feira, 22 de março de 2010

Por que?

Porque algumas vontades ficam intocadas, imaginando como seria e torcendo para virar realidade.
Porque, na maioria das vezes, não sinto vontade de nada e bem lá no fundo me sinto animada.
Porque é preciso gastar as horas pensando, avaliando, relembrando liberdades e querer voltar ao tempo e mudar certas situações e repetir bons momentos.
Porque eu sei cativar a quem merece e ser bruta quando preciso.
Porque a intensidade e a impulsividade fazem parte de mim e é difícil ter que me segurar, mas resistir é também uma vitória.
Porque felicidade não depende de ninguém, entretanto quando uma pessoa de quem gosto muito reaparece, eu fico toda boba
Porque me importo com os detalhes, coincidências e semelhanças. Nada acontece por acaso.
Porque não gosto quando me elogiam demais e odeio grude.
Porque expressar a verdade é essencial
Porque ouvir a voz de quem se gosta é como ouvir música durante o dia todo.
Porque às vezes é preciso se calar e em outras vezes cobrar.

terça-feira, 16 de março de 2010

Promoções

Quem não gosta de ouvir essa palavra? Ontem participei de uma e ganhei ingresso para o cinema, obrigada Lojas Nina. E sempre gosto de ver também sorteios de brindes em twitter, algumas participo, outros nem chego a tentar, pois a concorrência é grande e não gosto de encher a timeline das pessoas, pois quando fazem isso, sinto uma imensa vontade de parar de seguir. Mas por outro lado, percebo que a pessoa quer ganhar.

E mais uma vez, pelo twitter que fico sabendo da promoção do blog Menina da Bahia está com uma promoção imperdível, coleção da Linda Howard. Gostou? Quer saber mais, clica no link Menina da Bahia.

E isso, meu recado foi dado. Bjins



Promoção do blog Menina da Bahia




sexta-feira, 12 de março de 2010

Uma sexta-feira, uma TPM

Enquanto leio no twitter as pessoas comemorando que hoje é sexta-feira, dia da manguaça, eu fico aqui, comemorando de outra maneira:

tudo parece irritar: a lentidão da internet, o calor, o ruído que vem do ar condicionado do vizinho, o cabelo que parece peruca de espantalho, a falta de trabalho, a falta de dinheiro, a ausência da paciência, a alteração constante de humor, a vontade de chorar porque nada faz sentido, um short que aperta, uma camisa que encurta, uma alergia que ataca, um antialergico que faz adormecer. E mais calor! E as idéias borbulham até a cabeça latejar. O desejo é de comer um chocolate que derreta na boca, de sumir, é pedir que chova sem parar, de quebrar todos os espelhos ou até mesmo cair em um sono profundo e acordar sem esse incomodo da TPM.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Quase depressão

É assim que estou, em uma quase depressão. Não consigo me animar pra sair, não consigo cuidar da minha vaidade e tanto faz como tanto fez. A causa de tudo, creio eu, que seja a falta de trabalho. Sinto-me uma pessoa inútil. E quero me afastar de tudo isso, mas não sei como proceder. Bom chega de falar nisso, tenho mais é que tentar me reanimar, reviver e me recuperar desse baixo-astral que não me deixa ter uma auto-estima sossegada.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Mulheres Alteradas

Bom, por estar me sentindo muito triste e deprimida nesses últimos dias, hoje não vou fazer do blog o meu "Muro das Lamentações". Estou tentando, de todas as maneiras, efetuar uma mudança nesse meu estado de tristeza. E hoje ao acordar, peguei o Livro Mulheres Alteradas para dar uma re-lida. E quero compartilhar esse prefácio do Livro:


Uma mulher alterada não é louca.
Partindo do princípio de que as mulheres também são consideradas pessoas, uma mulher alterada é uma pessoa que está mudando. E acho que não foi Borges que disse que só quem não muda são os idiotas e os mortos.

Embora seja verdade que uma coisa é sofrer uma mudança e outra muito diferente é fazer com que os outros sofram, convenhamos que alguém muda quando não suporta mais o que lhe acontece, por mais que aos outros seja difícil suportar a mudança.

Assim, aquela que até ontem esperava por você acordada, agora fecha a cara, a que esperava dormindo compra uma cinta-liga, a que via sete novelas na TV se matricula em sete cursos, a que administrava a empresa quer viver em um camping, aquela que cuidava da sogra como a sua própria mãe interna as duas em um asilo, a magra vira uma vaca de gorda e a gorda perde vinte quilos.

Enquanto isso, são tratadas como "piradas", insatisfeitas, histéricas, ciclotímicas, imaturas, egoístas e, é claro, o pior dos insultos, feministas. Mas nem tudo é preto como a caneta que foi parar na máquina de lavar, deixando cinco quilos de roupa cinza. Muitas mudanças nossas são recebidas com grande alegria por aqueles que nos cercam, como... nosso marido ou nosso velho analista.

E não foi fácil para as mulheres descobrirem que tinham o direito de mudar. Por muito tempo pensamos que seria melhor ser outra pessoa. Hoje, que sabemos que até a mais resolvida das mulheres rói as unhas, estamos mais satisfeitas conosco. Mudamos o que não nos agrada, e não só as fraldas ou o batom.

Conseguimos. Nesses últimos anos as mulheres mudaram muito.
Antes, só estávamos obcecadas para conseguir um marido. Agora também estamos estressadas por exigirmos conquistas profissionais, transtornadas pela culpa provocada pela maternidade e desesperadas para combater a celulite!

Alterada? Ah, sim, e com muito orgulho!


Maitena



Prefácio retirado do Livro: Mulheres Alteradas vol 02.
Autora: Maitena
Editora Rocco

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

É carnaval



E eu não sinto um pingo de animação para sair de casa e ver essa festa. Lembro que antigamente eu vivia falando "tá pra nascer motivo que me faça desistir do carnaval". Pois bem, aqui estou em casa, sem nem ao menos querer ir também para o Palco do Rock.

Por um instante pensei em sair, mas desisti no dia seguinte. Bom, vou começar do começo. Quinta-feira, muito sol na cidade, dois amigos na cidade: o Léo e o Arthur. Fui encontrá-los para irmos a Igreja do Bomfim e fazer um passeio pela península de Itapagipe. Antes passei pelo percurso do carnaval para mostrar ao Arthur o farol da barra foi nesse momento que senti uma pontada de sair e ver a folia). E chegando na cidade baixa, eis que nos encontramos com a chuva. E choveu muito. Mas mesmo assim o passeio deu certo. No dia seguinte, nem consegui levantar da cama, com muita enxaqueca e o humor lá no pé; pra compensar ainda tive uma briga ótima por telefone. Como pode uma pessoa se deixar enganar por tanto tempo por outra pessoa que é mesquinha, interesseira e ainda te agride com palavras? Aos poucos eu vou percebendo do grande engano que me livrei. Chega de falar disso, porque a energia que ele ainda emana é muito, mas muito negativa mesmo. E por conta de tudo isso, não quis sair pra ver o carnaval e nem ir ao Palco do Rock. Preferi ficar em casa, pensando e não me arrependo. Alguns dias entrei no msn e curti o carnaval conversando com o @herdeirodocaos, obrigada novamente pela companhia.

Bom, vou ficando por aqui, carnaval ainda nem acabou e a minha viagem a Solidão também ainda está na metade. Bjins e até depois do carnaval.


Arthur, eu e Léo.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Mais desabafos


Sempre fui uma garota romantica, sonhadora, de imaginar planos, fazer surpresinhas, deixar bilhetinhos. Eu era assim. E aos poucos fui perdendo cada uma dessas características, no meio de tantas decepções e desilusões. E querendo saber onde que errei, para que o erro não fosse cometido novamente. Porém nunca soube onde errei e com isso fui aos poucos me fechando para os outros. Apenas gosto de ter amigos, amigas, sair, conversar, ouvir um som, dar risada. Posso até estar sendo precipitada ao pensar que não quero mais niguém tão cedo, porque já falei isso duas vezes e o destino me provou ao contrário. Para que não ocorra uma terceira vez, prefiro dizer que vou deixar a vida me levar ♫ vida leva eu, deixa a vida me levar, vida leva eu..

Isso tudo que escrevi é apenas para me dar conta ou de tentar entender a cabeça de alguns homens, ou de um em especial, que apareceu quase que sem querer em minha vida, tomou conta da minha rotina, me fez sonhar acordada e depois sumiu. Sem deixar rastros, explicação ou alguma coisa parecida. Sentimento é algo muito foda de lidar. Não sou de escolher demais, apenas não quero me envolver com qualquer um. E quando alguém aparece que me faz pensar em voltar atrás, percebo que isso não vale a pena.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Semana Tensa

Ficar sem internet no computador: ou você enlouquece ou tenta se livrar de vez. Comigo foi quase uma primeira opção. Estava me sentindo abstêmica, pois já estava acostumada a ler as noticias pela net, ver o que estava acontecendo no twitter. Tá, admito: sou nerd. Mas o bom é agradecer a Badu pela ajuda de ter formatado o meu pc. Só fiquei um pouco triste por ter perdido tudo: fotos, músicas, coisas que escrevo e até mesmo dos meus emotions do msn. E raiva de mim por não ter feito nenhum backup por pensar que isso nunca iria acontecer comigo. Esse pensamento é tão velho e besta quanto a posição de defecar. E durante esse período fiquei presa a televisão, assistindo tudo de ruim: BBB, A casa é sua, Lost. Também tomei coragem pra arrumar uns cds no guarda-roupa e achei meu cd perdido do Rappa, Resident Evil e o cd do Jogo do Milhão. Sim, esse último foi o meu passatempo, tentar ganhar um milhão de reais e o máximo que consegui foi 500 mil.

Também pensei que fosse me distrair em uma formatura. Mas minha única diversão foi levar minha irmã sexta-feira à noite pra emergência.

Mas eis que domingo, a net volta ao normal. E hoje fiz crepe.

é isso.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Conversas


Sabe quando uma segunda-feira amanhece cinzenta e sem graça, bem com cara de segunda-feira? A minha começou assim, com telefone alertando recebimento de sms, meu pai entrando no quarto pra pegar folhas de papel ofício e minha irmã tagarelando alto com Nadir, sim ela voltou de férias e minha fantástica aventura pelo mundo da cozinha terminou. Mas no decorrer do dia, as coisas foram melhorando. Levei minha mãe na casa do meu irmão, almoçamos por lá. E de tarde um amigo falou que tinha sonhado comigo, que à noite me contaria os detalhes. Fiquei na curiosidade. Até que fiquei sabendo dos detalhes. Pra começo de história, a gente conversa muito (ou mais ou menos muito) por msn. E só nos vimos umas três vezes no máximo. Ou seja, nunca rolou nada entre nós, pelo menos até hoje.


Antes dele me contar o sonho vem sempre aquele papo de: "como tá vc?" e eu no meu costume rotineiro de ser "otimista" falo: "ao que parece tá tudo bem". Tá, eu sei que algumas pessoas interpretam isso de maneira negativa, acha que sou uma infeliz e blábláblá, blábláblá e blábláblá não sei mais o que. Entretanto garanto que não sou 100% assim. Só sinto falta de trabalhar e me sentir útil para a sociedade. Contudo esse amigo falou para eu passar o tempo escrevendo. E ao falar que não tava tendo boas idéias ele retrucou: "Boas idéias vem com o vento". E então ele me contou o sonho.

Rááááá.. não vou contar o sonho aqui, mas vou dizer que tem algo a ver com Romeu e Julieta e Efeito Borboleta. Tragédia misturada com muito romance, e enquanto ele me contava até me deu vontade de vivenciar esse sonho, sem a parte da tragédia. Óbvio. Só com a parte que existia muito amor e muitos mimos.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Hoje é segunda-feira


E pra variar é um dia sem graça. Logo cedo, caiu uma chuva que me fez acordar apenas pra fechar a janela e voltar a dormir não foi problema. Até aí tudo bem. Mas como Nadir, a minha babá, está de férias, hoje fui me aventurar na cozinha. Fiz macarronada, com direito a pedir ajuda no twitter. Tá, admito agora que não segui à risca o que a Geisa me aconselhou porque quando ela escreveu: " Doure pequenas rodelas de alho no azeite, enquanto frita rodelas de josefina em outro recipiente." eu já tinha jogado a josefina no molho de tomate e deixei cozinhando ali por aproximadamente uns 30 min. E por incrível que pareça, minha invenção deu certo.. ahahahahhaha. Modéstia a parte, ficou deliciosa.

Agora tenho uma confissão: quero fazer redução de mama. Ganhando em alguma loteria da vida, realizarei essa vontade. No mais, o dia tá terminando e a rinite tá aqui, querendo aparecer ¬¬

P.S. conversei com a Muzinha durante um jogo no facebook. Tava com saudades de conversar com ela. Inacreditável de como nossos pensamentos batem em tudo. É, no momento tô sem paciência para algumas pessoas, deixo até celular desligado durante os finais de semana. Mas para outras pessoas, não tenho do que me queixar e a Muzinha é uma delas.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Memórias


Ontem antes de dormir, fui assistir 'Closer - Perto demais". Já tinha assistido a esse filme, porém ao revê-lo, algumas lembranças vieram à tona. Na cena em que os dois casais conversam quase ao mesmo tempo sobre a separação/divórcio/traição, eu me projetei a quase quatro anos atrás, em uma sexta-feira fria do mês de março: naquela conversa franca pós-separação em que se falam algumas verdades para arrancar mágoas que causem um esquecimento rápido. E revivendo esse passado, pude perceber o quanto eu era tola e no quanto eu me sinto feliz hoje.

Entretanto não foi apenas essa cena, já no final do filme, ao tocar a música tema The Blower's Daughter a lembrança foi mais forte. E eu que achava que nenhuma música tinha marcado com tamanha intensidade algum relacionamento ou momento que passei na vida. Eu estava enganada. Nesse mesmo ano em que tive essa conversa, fiz também uma viagem, a qual me recordo com muito carinho. Foi nessa viagem em que voltei a viver depois da minha separação.

Eu pude experimentar a primeira paquera, a troca de olhares, de sorrisos, ter novamente a atenção de alguém. E isso aconteceu durante a volta pra casa, estava voltando de ônibus. Entre uma parada e outra, teve um local que começou a tocar a música e aquele refrão não saiu da minha mente "eu não sei parar de te olhar" e era exatamente isso que estava ocorrendo naquele momento. E a cada conversa que tínhamos, a cada olhar trocado, aquilo tudo parecia equivaler a um beijo, um abraço ou um carinho desesperado. Eu me sentia livre. Meu Deus, como uma música é capaz de trazer de volta tudo isso. Essa paquera durou semanas e eu só consegui roubar um beijo...